sábado, 18 de maio de 2013

Novo medicamento elimina todos os tipos de vírus HPV

Produzido em Campos - Um medicamento que chegou a ser utilizado no tratamento de verrugas na década de 70, Verrugol, pode ser a tão esperada cura para o vírus HPV, o papilomavírus humano , responsável por uma grande incidência de câncer no colo do útero.

Testes já comprovados no tratamento das verrugas demonstram que o medicamento produzido pelo laboratório Farquipe a base de sais minerais elimina todos os tipos de HPV sem provocar sangramentos e feridas. A verruga vai murchando ao longo do tratamento. A aplicação mostrou que o medicamento elimina  os vírus no prazo de três a quatro dias em caso de uso externo. O HPV, que nos homens também é conhecido (na região genital) como crista de galo,  posteriormente vai desaparecendo e a pele do órgão afetado se recompondo.

Os tratamentos aplicados atualmente são com produtos à base de ácido, congelamentos e cirurgias. Todos considerados dolorosos e de efeito contestável, já que o sangramento decorrente pode afetar outras áreas do mesmo órgão. Por se tratar de um vírus altamente contagioso, a área atingida pelo sangue também se torna fértil para o desenvolvimento do HPV. Outra fórmula é o congelamento à base de nitrogênio, que pode atingir a primeira camada da pele deixando manchas.

No caso do novo medicamento, o tratamento é indolor. Basta apenas colocar o liquido sobre a área afetada e cobrir com gaze. Para o tratamento em mulheres, no caso do vírus atingir a vagina, o medicamento pode ser inoculado por meio de injeção dentro da cápsula em que o papalomavírus se aloja, levando a sua eliminação completa e afastando o risco do câncer no colo do útero.

“O efeito, nesses casos, pode ser até mais rápido, porque o medicamento é inoculado na espécie de bolsa em que o vírus fica encapsulado formando o grupo de células agrupadas”, explica o pesquisador Ionildo Manoel de Marins.

A fórmula já está patenteada no Instituto Nacional de Propriedade Industriail (INPI). Agora o pesquisador busca apoio da Faperj para produção em larga escala. O projeto foi apresentado por meio da TEC-Campos, uma incubadora que funciona na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). Fonte: VIUonline

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